quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pneumonia na fase de hepatização vermelha em suíno

Os mais variados agentes são responsabilizados pelas pneumonia nos animais. Assim, bactérias que agem isoladamente podem produzir pneumonia; portanto, Streptococcus, Corynebacterium pyogenos, Staphylococcus, Pseudomonas aeruginosa etc, são causadores de processos inflamatórios dos pulmões dos animais. Pode também haver uma ação sinérgico de vírus com bactérias, assim como também Cogumelos são incriminados na pneumonia. Também alguns fungos, protozoários, e por fim , certas substâncias químicas inaladas, e medicamentos que tomam a falsa via respiratória por exemplo, podem ser causadoras de pneumonia. Existem fatôres que pré dispõem ao processo: a idade jovem do animal, o frio, e as más condições de nutrição. A via mais importante de penetração de tais germes é a broncógena. A fase da pneumonia aqui mostrada na fotografia é a fase de hepatização vermelha, em que o órgão se consolida, tomando o aspecto e mesmo consistência comparável à do fígado, daí a denominação que tem a etapa do processo. Esta necropsia foi elaborada pelo 5º período do curso de Medicina Veterinária da Unipac sede em Uberlândia, Estado de Minas Gerais, Brasil. A eles meus agradecimentos. Fiquem com Deus. Fui.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Enfermidade edematosa do suíno

Também denominada colibacilose dos suínos é uma enfermidade aguda dos suínos nas duas primeiras semanas de vida, geralmente associada ao desmame ou alguma mudança de alimentação, e caracterizada clinicamente por paralisia e edema subcutâneo. Acontece devido à proliferação rápida de soros tipos específicos de Escherichia coli. As trocas súbitas da dieta é um fator pré disponente a tais proliferações. A enfermidade aparece logo após o desmame. Há absorção de toxinas e estas aumentam a permeabilidade vascular e podem levar a transtornos neurológicos. A etiologia desta enfermidade é semelhante à da enterite
aguda pós desmame e podem eventualmente estar associadas ao mesmo tempo no mesmo animal. Geralmente a morte é repentina e acontece nos melhores animais do plantel. Os primeiros sinais clínicos são edema palpebral (veja fotografia ao lado), sendo a primeira com a pálpebra fechada e a segunda com a pálpebra aberta. Este edema palpebral deixa a impressão digital, e pode observar incordenação no andar do animal, podendo finalmente desenvolver uma paralisia flácida. A maioria dos suínos afetados morrem. Além das pálpebras pode-se observar acumulo de líquido gelatinoso claro nos tecidos subcutâneos do estômago, ceco e mesentério do colo espiral. Em geral o tratamento é impraticável. Recomenda-se um bom manejo e antibioticoterapia para auxiliar na redução da enfermidade. Necropsia elaborada pelo 6º período do curso de Medicina Veterinária da Unipac sede Uberlândia, Minas gerais, Brasil. Meus agradecimentos, fiquem com Deus. Fui.

sábado, 5 de novembro de 2011

Maceração fetal

É um processo séptico por aérobios, geralmente associados ao pré-parto. Os micro organismos multiplicam-se, liquefazem os tecidos fetais que podem ser eliminados juntamente com os ossos. O processo compromete a vida reprodutora futura. Aparece nas diferentes fêmeas domésticas e ocorre em qualquer fase da gestação. O útero mostra-se infectado, e micro organismos são responsabilizados por tal alteração fetal. O Trichomonas foetus e o Vibrio foetus tem apreciável importância como causa da maceração fetal no bovino. Na maceração fetal as partes moles do feto são destruídas pela ação de bactérias, permanecendo na cavidade uterina os ossos do feto (olhar fotografia ao lado).