sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Obstrução de estomago em cão

O cão e o gato constituem com bastante frequência a presença de corpos estranhos no estomago. Podem ser em virtude de perturbações psíquicas no cão como no caso da raiva. Neste postamento em um cão Chow Chow foi observado devido a ingestão por gula de cartilagem da costela e o animal veio à óbito após 2 horas da ingestão da mesma. Nas fotos o animal aparece momentos antes da ingestão. À necropsia observou-se a dilatação gástrica e as cartilagens artistas do problema apresentado. Quero externar minha tristeza e solidariedade com meu neto Daniel o legitimo dono do belo cão.   



quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Hiperemias

Consiste num acumulo exagerado de sangue dentro doo sistema vascular num órgão ou em determinada parte do organismo. Este acumulo pode ser resultante ou de muito sangue trazido pelas artérias ou de pouco sangue drenado pelas veias. Hiperemia ou congestão tem o mesmo significado, mas na pratica o termo hiperemia é mais usado para dilatação ativas das arteríolas e capilares e consecutivo aumento do afluxo, enquanto que o termo congestão ou estase sanguínea é mais usado nos casos em que há obstaculo ou dificuldade na circulação venosa e acumulo de sangue consecutivo ao seu menor defluxo. Neste postamento algumas fotos representam estas alterações circulatórias.   





quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Alterações cadavéricas nos animais

Num exame superficial do cadáver nota-se em primeiro lugar a paralisação do coração e respiração. As alterações cadavéricas que o corpo sofre após a morte são de grande importância para o patologista que faz a necropsia e subsequentemente examina os cortes dos tecidos. Sem conhecer estas alterações é possível incorrer em graves erros confundindo-se o efeito destas alterações com lesões produzidas em vida por doenças. Estas alterações post-mortem dependem de vários fatores, dos quais os mais importantes são: temperatura ambiente, temperatura corporal, tempo de morte. presença de infecções bacterianas , etc. Por isto é extremamente difícil determinar com exatidão a hora em que ocorreu a morte do animal. Estas alterações principais são: frialdade cadavérica onde a temperatura do cadáver abaixa em relação ao ambiente daí a sensação d frio ao tato , rigidez cadavérica ou rigor mortis que se inicia no sentido cranio caudal inciando nos órgãos de maior atividade, lividez cadavérica ou livor mortis onde por efeito da gravidade o sangue vai para as partes mais baixas do corpo, fenômeno este conhecido como hipóstase cadavérica onde as partes mais baixa do animal vai provocar na pele as chamadas manchas hipostáticas ou manchas azuladas, coagulação do sangue no interior dos vasos que são normalmente de cor vermelha que são os coágulos cruóricos que são elásticos, semelhante a geleia, não adere aos endotélios. Estes  coágulos podem aparecer no ventrículo direito, mas se aparecerem no esquerdo é indicativo de insuficiência cardíaca. Já em casos de morte lenta do animal pode aparecer um coágulo tipo gordura de galinha que é indicativo de insuficiência cardíaca e morte lenta. E em uma sequencia didática aparece a autólise  e putrefação que nada mais é que uma auto digestão dos tecidos produzidos no corpo após a morte, onde os enzimas autolíticas originárias dos tecidos e enzimas proteolíticas oriundas dos germes saprófitos e causadoras da putrefação. Mostra-se algumas fotos tiradas da Google  que podem auxiliar a esclarecer estas alterações pós mortem.