terça-feira, 7 de junho de 2016

Cisto renal congênito em suíno

Os cistos congênitos podem ser poucos e grandes (simples) como este apresentado nestes suínos, ou pequenos e numerosos (policísticos), normalmente aparecendo nos carnívoros. O tamanho destes cistos simples variam comumente de 1-5 cm de diâmetro como observa-se nas fotos. Normalmente são mais limitados à córtex renal, podendo aparecer também na medular renal. São relativamente comuns nos suínos. O conteúdo do cisto é seroso e a cavidade esta revestida por um epitélio liso, brilhante, envolto por uma delgada cápsula.




terça-feira, 22 de março de 2016

Teratoma no ovario esquerdo de uma cadela

São tumores ou neoplasias verdadeiras compostas de vários tecidos de tipos diferentes originados de células que conservaram sua total potencialidade embrionária como o testículo e ovário. Neste caso foi observado no ovário desta cadela. Podem ser malignos ou benignos. Não são comuns aos animais e tem como forte associação com as gônadas. A maioria destes tumores é encontrado acidentalmente à microscopia ótica, porém alguns como este encontrado nesta cadela apresentam-se grandes, como este ovário esquerdo medindo aproximadamente 04 cm de diâmetro. A maior parte destas neoplasias contém pele ou derivados da pele, incluindo cabelo como mostra a foto. Os teratoma segundo autores podem permanecer dormentes por anos e então ser ativados.






sábado, 19 de março de 2016

Pericardite fibrinosa e endocardite verrucosa em suíno

Pericardites: Invariavelmente secundárias a afecções do miocárdio e endocárdio ou lesões de outros tecidos por continuidade ou através do sangue ou da linfa. Dois tipos: Especificas e inespecíficas. Quanto ao exudato pode ser: Fibrinosa e purulenta. Nesta posta mento o tipo é fibrinoso inespecífica, geralmente de origem hematógenas, podendo ser também por contiguidade. A sua etiologia em suíno está relacionada com a pasteurela, e às vezes Salmonela. A macroscopia da pericardite fibrinosa apresenta um aspecto de “coração rugoso”, “pão com manteiga” ou “aveludado”, e raramente tem muito líquido. As endocardites geralmente não são primárias, mas decorrentes de outros processos. Sua etiologia relaciona com bactérias como Estreptococo, Estafilococos, Erisipelotrix e Corinobacterim. As endocardites quanto à sua localização podem ser valvulares, murais ou parietais. Macroscopicamente como demonstra a foto a valva é a mitral que está comprometida apresentando nodulações amareladas ou acinzentadas ou avermelhadas, ricas em fibrina, rugosas e friáveis. A correlação clínica patológica relaciona com algum desprendimento de um fragmento de uma lesão trombo embólica. A massa trombótica pode também provocar estenose ou insuficiência valvar, portanto dilatação ou hipertrofia da câmara cardíaca.