quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Hidronefrose em suíno

Esta alteração renal se caracteriza por dilatação da pelve renal, causada por obstrução parcial ou completa do fluxo da saída da urina em um ou nos dois rins. Neste caso foi no rim direito observando uma hipertrofia compensatória ou vicariante do esquerdo. Macroscopicamente observou-se varias dilatações da pelve renal e cálices renais com apresentação de diferentes bolsas formadas por capsula renal repleta de liquido e o parênquima renal bastante hipotrofiado com demonstra as fotos ao lado. Com frequência pode estar acompanhado de hidro ureter. Todos os animais são susceptíveis a esta alteração. A obstrução do fluxo da saída da urina pode originar-se por infecções com inflamação da pelve, do ureter, da bexiga ou, com menor frequência, da uretra. A obstrução mecânica do trato urinário pode ser produzida por cálculos ou neoplasias abdominais, um útero gestante ou por hipertrofia prostática. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Tuberculose em suíno em matadouro

O quadro anatomopatológico da tuberculose nos suínos oferece aspectos múltiplos e variados dependendo dos fatores enumerados do principio de Jadassohn e Lewandowsky ou seja o quadro anatômico depende: do número de germes; da patogenicidade dos germes; da resistência natural do organismo e do estado de sensibilização prévia e imunidade resultantes de infecções anteriores. Nos suínos só se encontra a forma de primo infecção ou infecção primaria. Os suínos são susceptíveis ao M. tuberculosis. var, hominis, M. tuberculoses var. bovis e M. tuberculosis avium. A via de infecção é quase sempre alimentar. O bacilo do tipo bovino produz lesões generalizadas, enquanto que o bacilo do tipo aviário produz lesões do tipo produtivo lembrando granuloma por corpo estranho. A caseificação não é frequente nestas lesões. É uma doença rara observada principalmente em animais de matadouro como este do postamento. Pode aparecer lesões de tuberculose óssea. As lesões aqui nos diferentes locais consiste de áreas branco amarelada, pequena ou grande no bordo convexo do pulmão que é a parte mais ventilada do pulmão. A lesão é desde milimétricas até centimétricas em baixo da pleura que pode estar ou não caseado. Os outros órgão aparecem com as mesmas lesões.   


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Ascaridiose em suíno

É um parasito grande, os vermes adultos possuem cerca de 25 a 40 cm de comprimento é da classe nematódea (cilíndrico e alongado). Encontram principalmente no intestino delgado como mostra as fotos, porém podem emigrar aos estômagos, fígado e vias biliares. Seus principais hospedeiros são: suínos, javalis, raramente ovinos, bovinos, seres humanos. Os ovos de Ascaris Suum são muito resistentes a injurias químicas e físicas e seus ovos permanecem infectantes no solo por vários anos. O local favorito desse parasito é o intestino delgado, podendo migrar e se hospedar no fígado e pulmão. Após a ingestão do parasito em forma de ovo, esse ovo vai eclodir no estômago ou intestino delgado, então pode migrar para o fígado e pulmão e de novo voltar para o intestino delgado por meio dos brônquios, da traqueia e da faringe. Quando se tem um grande número de larvas em migração elas podem causar várias hemorragias pequenas, enfisema e pneumonia transitória. Já no fígado dos leitões as larvas em migração podem causar pontos brancacentos, turvos com até 1 cm de diâmetro, representa o reparo fibroso de reações inflamatórias devido à passagem dos parasitos no fígado sensibilizado. Os fígados com essas lesões podem ser condenados e descartados na inspeção da carne). O suíno com esta verminose tem um ganho de peso mais lento devido à presença desse parasito e uma maior conversão alimentar. As Larvas no interior dos alvéolos e brônquios provocam uma bronquiolite aguda. Para se ter o controle desse parasito, precisa-se limpar e lavar frequentemente todo o ambiente e as porcas, além de utilizar anti-helmínticos.