sábado, 9 de março de 2013

Ferimento por arame liso em uma potra de 3 meses.

Hoje em dia no Brasil o arame farpado já possui fama de perigo iminente para cavalos e nem mesmo se admite a hipótese de usa-lo como cercamento. Entretanto faz-se necessário desmitificar o perigo atribuído a estas cercas, referentes aos acidentes ocorridos com animais ver fotografia ao lado. Muitos ainda hoje acreditam que o arame farpado é o cercamento mais agressivo aos cavalos. Mas até que ponto isso é verdade. A possibilidade de um acidente em uma fazenda esta sempre presente, seja qual for o tipo de cerca. Porém, as consequências dos ferimentos ocasionados pelo arame farpado tem-se provado estatisticamente, menos drásticas do que as do arame liso, nas mesmas condições de perigo de manutenção. O arame farpado que espeta o animal ele respeita mais que o arame liso, porque este não estimula tanto medo, pois o animal não tem tanta sensibilidade como no arame liso, portanto o animal psicologicamente tem mais medo do farpado. O arame liso solto e sem balancins torna-se perigo verdadeiro para o cavalo. Por não possuir as farpas, o arame liso desliza solto pelo couro do cavalo, podendo ocasionar cortes rápidos  contínuos e profundos, podendo levar a  rompimento de tendões, de ligamentos e outros ferimentos que podem deixar sequelas. Com o arame farpado por mais que o cavalo se enrosque e luta para se ver livre o arame não consegue penetrar tão profundamente. Os principais acidentes com cerca ocorrem geralmente por descuido, falta de manutenção e manejo incorreto. As partes mais atingidas são as pernas, mas a foto mostra uma lesão em nível da cabeça com recuperação cirúrgica  Higiene diária é o fator isolado mais importante para promover uma boa cicatrização dos ferimentos. Isto inclui a limpeza com água e sabão e uma suave desinfecção. Deve-se fazer a tricotomia dos pelos da região do ferimento. Não se deve deixar passar mais de cinco horas após o acidente para se elaborar a sutura da pele para promover uma boa cicatrização.  As crostas dificultam a cicatrização, e aumenta as condições de anaerobiose. Nunca fazer curativos por cima das crostas. Sempre usar faixas sobre o ferimento para evitar contaminação e principalmente habronemose que os equinos são bastante susceptíveis. Aconselha-se um reforço vacinal contra o tétano. Quero agradecer as fotos deste posta mento enviadas pelo acadêmico do sétimo período da Unipac Uberlândia primeiro semestre do ano de 2013 o meu grande amigo Clayton Garcia.

Um comentário:

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